Estudo realizado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV Projetos (Fundação Getúlio Vargas) apontou redução do déficit habitacional em 9,5%, o equivalente à construção de 755 mil domicílios de interesse social.
Enquanto o déficit diminuiu, o número de moradias inadequadas aumentou em 9 mil (0,25%). Com isso, o Brasil passou a registrar 3,557 milhões de habitações com problemas. Destas moradias, 93,3% abrigam famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos.
O déficit habitacional relativo à proporção de moradias que faltam em relação ao número de moradias existentes caiu para 12,8% em 2007. No ano anterior, o indicador era de 14,6%. O Estado de São Paulo registrou a maior queda no déficit, de 12% para 10,5%, por possuir um programa consistente de construção de habitação popular realizado pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano). O indicador cresceu no Amapá, Rio Grande do Norte, Goiás, Tocantins, Acre, Pernambuco e Rio Grande do Sul.
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