A incorporadora Rossi Residencial iniciou atividades em Brasília e Manaus e passa a estar presente em 13 estados e 54 cidades, coordenados por sete escritórios regionais. A ação é parte da estratégia de expansão das atividades em regiões que tenham potencial de crescimento, principalmente em locais que ainda não experimentaram um vertiginoso crescimento imobiliário.
A incorporadora utiliza empreendimentos que obtiveram sucesso como modelo para atuar nas novas cidades. De acordo com Sérgio Rossi, diretor de Relações com Investidores, a estratégia de regionalização praticada pela incorporadora se baseia na parceria com empreendedores locais. A prática, já comum no mercado, aproveita os profissionais regionais e seu conhecimento, sua percepção da cultura local e a acessibilidade a bancos de terrenos.
Em contrapartida, a Rossi disponibiliza sua marca, experiência de gestão imobiliária, administração do processo de construção, estratégia de vendas e estruturação financeira e jurídica, além de possibilitar economias em escala para a compra de matéria-prima. "Atualmente temos 58 parceiros e nosso relacionamento vai muito além da construção do imóvel. O resultado final é um aprendizado mútuo, que aumenta a produtividade do empreendimento e a satisfação dos clientes", avalia.
A empresa teve um aumento de 67 % de unidades vendidas, se comparada ao primeiro semestre do ano passado. Só no Ceará, a Rossi lançou 1.030 unidades. No Rio Grande do Sul, são 710 unidades lançadas este ano, contra 224 no primeiro semestre de 2007, o que representa aumento de 217%. "Nossa atuação em diversas regiões do País potencializa o crescimento da empresa a cada ano que passa", conclui Sérgio Rossi.
A empresa está descentralizando sua carteira de terrenos do estado de São Paulo. Atualmente a empresa possui 138 terrenos, o equivalente a um VGV potencial de R$ 16,3 bilhões, cuja parte Rossi corresponde a R$ 11,8 bilhões. O estado de São Paulo conta com 39% do landbank da empresa. Já o Rio Grande do Sul possui 20%, seguido do Rio de Janeiro (11%), Bahia (10%), Goiás (5)%, Espírito Santo (4%), Ceará e Minas Gerais (3% cada), Distrito Federal e Paraná (2% cada) e Rio Grande do Norte (1%). Em 66% desses terrenos serão construídos empreendimentos voltados para a média e baixa renda.